terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Cursos de janeiro da UNISAL, oportunidade de formação!

Olá queridos catequistas,
Em janeiro de 2014, iniciei o curso de Metodologia catequética na Unisal.
Na época, partilhei alguma coisa e percebi que muitos catequistas desconheciam tais cursos. Em 2015, concluirei o CMC(curso Metodologia Catequética). 
Mesmo  em cima da hora, disponibilizo aqui para quem tiver interesse.
Se não der pra começar em 2015, se programe para 2016.

Peça pra sua diocese, pra sua paróquia investir em sua formação!
Para conhecer os cursos, clique em cima de curso que queira saber e será direcionado ao link com todas as informações.

METODOLOGIA CATEQUÉTICA 
Módulo I (anos ímpares) 
A catequese no processo de evangelização
Documentos eclesiais sobre catequese
Bíblia e Catequese 
Catecismo da Igreja Católica e inculturação 
Metodologia Catequética I: geral 
Metodologia Catequética II: adultos 
Metodologia Catequética IV: adolescentes, pré-adolescentes e crianças
Metodologia Catequética V: catequese e atividades lúdicas 

Módulo II (anos pares) 
Catequese e moral 
Metodologia Catequética III: jovens (PJ)
Catequese e situações especiais Catequese e 
liturgia Catequese na Igreja local 
História da Catequese 
Diretório Nacional de Catequese 
  


A Unidade São Paulo / Campus Pio XI do UNISAL está com as inscrições para os Cursos de Janeiro 2015.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Qual a maior festa do cristianismo?

Ao contrário do que muitos pensam, a maior festa cristã não é o Natal, mas a Páscoa do Senhor. É no tríduo Pascal que se celebram os mistérios de Cristo que são o fundamento de toda nossa fé. A ressurreição do Senhor é a grande prova da verdade de tudo o que ele ensinou e fez. Como diz o apóstolo Paulo, se Cristo não tivesse ressuscitado, vazias seriam nossa pregação e nossa fé (cf. 1Cor 15,14)
Fonte: Livro A fé cristã para catequistas - Pe Leomar Brustolim - Paulinas

A espiritualidade do Advento


Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)

Com o Advento iniciamos um novo Ano Litúrgico, quando começamos as leituras dominicais do ano B, em que privilegiamos o Evangelho de São Marcos. É tempo de preparação para a Solenidade do Natal (primeira vinda do Senhor) e da expectativa da segunda vinda do Cristo no fim dos tempos.

Celebrar a liturgia é uma oportunidade de aprofundar a fé e caminhar com esperança no futuro, vivendo a caridade.

Desde o Domingo de Cristo Rei vivemos a Campanha pela Evangelização, que vai culminar com a coleta no Terceiro Domingo do Advento.

A coroa do Advento é uma das características deste tempo: a cada semana acendemos uma das quatro velas, preparando-nos para a celebração do mistério da encarnação: Ele veio, virá e vem!

A liturgia vai se delineando no passar dos séculos tanto no Oriente como no Ocidente. Temos uma grande e rica experiência que nos foi transmitida e que necessitamos atualizar. É necessário distinguir elementos que dizem respeito a práticas ascéticas e a outras, de caráter estritamente litúrgico; um Advento que é preparação para o Natal, e um Advento que celebra a vinda gloriosa de Cristo (Advento escatológico). Um testemunho antigo encontra-se em uma passagem de Santo Hilário (por volta de 366), que diz: "Sancta Mater Ecclesia Salvatoris adventos annuo recursu per trium septimanarum sacretum spatium sivi indicavit" (CSEL, 65,16). "A santa mãe Igreja oferece um espaço sagrado de três semanas por ano para a vinda do Salvador".

O duplo caráter do Advento, que celebra a espera do Salvador na glória e a Sua vinda na carne, emerge das leituras bíblicas festivas. O primeiro domingo orienta para a parusia final. O segundo e o terceiro chamam a atenção para a vinda cotidiana do Senhor; o quarto domingo prepara-nos para a natividade de Cristo, ao mesmo tempo fazendo dela a teologia e a história. Portanto, a liturgia contempla ambas as vindas de Cristo, em íntima relação entre si.

A partir do dia 17 de dezembro iremos viver a Preparação próxima do Natal, com sua liturgia própria e com as famosas antífonas em “Ó” que contemplam Nossa Senhora da Expectação como N. Sra. do Ó.

Toda a liturgia do Advento é apelo para se viver alguns comportamentos essenciais do cristão: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão, a pobreza. A expectativa vigilante e alegre caracteriza sempre o cristão e a Igreja, porque o Deus da revelação é o Deus da promessa, que manifestou em Cristo toda a sua fidelidade ao homem: "Todas as promessas de Deus encontram nele seu sim" (2 Cor 1,20). A esperança da Igreja é a mesma esperança de Israel, mas já realizada em Cristo.

Os nossos primeiros irmãos na fé, como atesta a Didaqué, imploravam: "Que o Senhor venha e passe a figura deste mundo. Maranatha. Amém". Assim termina o livro do Apocalipse e toda a escritura: "Aquele que atesta essas coisas diz: Sim! Venho muito em breve. Amém! Vem, Senhor Jesus. A graça do Senhor Jesus esteja com todos. Amém" (Ap 22,20). A expectativa vigilante é acompanhada sempre pelo convite à alegria. O Advento é tempo de expectativa alegre porque aquilo que se espera certamente acontecerá. Deus é fiel. A vinda do Salvador cria um clima de alegria que a liturgia do Advento não só relembra, mas quer que seja vivida. O Batista, diante de Cristo presente em Maria, salta de alegria no seio da mãe. O nascimento de Jesus é uma festa alegre para os anjos e para os homens que Ele vem salvar (Lc 1, 44.46-47; 2, 10.13-14).

No Advento, toda a Igreja vive a sua grande esperança. O Deus da revelação tem um nome: "Deus da esperança" (Rm15,13). Não é o único nome do Deus vivo, mas é um nome que O identifica como "Deus para conosco". O Advento é o tempo da grande educação à esperança: uma esperança forte e paciente; uma esperança que aceita a hora da provação, da perseguição e da lentidão no desenvolvimento do Reino; uma esperança que confia no Senhor e liberta das impaciências subjetivistas e do frenesi do futuro programado pelo homem.

Na convocação ao testemunho da esperança, a Igreja, no Advento, é confortada pela figura de Maria, a mãe de Jesus. Ela, que "no Céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e a primícia da Igreja... brilha também na Terra como sinal de segura esperança e de consolação para o povo de Deus a caminho, até que chegue o Dia do Senhor" (2 Pd 3,10).

Advento, tempo de conversão, como espera do Redentor! Não existe possibilidade de esperança e de alegria sem retornar ao Senhor de todo coração, na expectativa da Sua volta. A vigilância requer luta contra o torpor e a negligência; requer prontidão e, portanto, desapego dos prazeres e bens terrenos. O cristão, convertido a Deus, é filho da luz e, por isso, permanecerá acordado e resistirá às trevas, símbolo do mal, pois do contrário corre o risco de ser surpreendido pela parusia. Nesse tempo, em nossas paróquias temos a oportunidade de fazer os mutirões de confissões, quando sacerdotes de uma mesma região atendem as confissões dos paroquianos de uma determinada paróquia em um dia da semana. Tempo de celebrar a conversão e o retorno a Deus através do sacramento da Penitência.

O comportamento de vigilante espera na alegria e na esperança, exige sobriedade, isto é, renúncia aos excessos e a tudo aquilo que possa desviar-nos da espera do Senhor. A pregação do Batista, que ressoa no texto do evangelho do Segundo Domingo do Advento, é apelo para a conversão, a fim de preparar os caminhos do Senhor. O espírito de conversão, próprio do Advento, possui tonalidades diferentes daquelas relembradas na Quaresma. A substância é essencialmente a mesma, mas, enquanto a Quaresma é marcada pela austeridade da reparação do pecado, o Advento é marcado pela alegria da vinda do Senhor.

Enfim, um comportamento que caracteriza a espiritualidade do Advento é o do pobre. Não apenas o pobre em sentido econômico, mas também o pobre entendido em sentido bíblico: aquele que confia em Deus e apoia-se totalmente nele. Estes “anawîm”, como os chama a Bíblia, são os mansos e humildes, porque as suas disposições fundamentais são a humildade, o temor de Deus, a fé.

Eles são objeto do amor benévolo de Deus e constituem as primícias do "povo humilde” (Sf 3,12) e da "Igreja dos pobres" que o Messias reunirá. Jesus proclamará felizes os pobres e neles reconhecerá os herdeiros privilegiados do Reino, Ele mesmo será pobre. Belém, Nazaré, mas, sobretudo, a cruz: são diversas formas com que Cristo manifestava-se como autêntico "pobre do Senhor". Maria emerge como modelo dos pobres do Senhor, que esperam as promessas de Deus, confiam Nele e estão disponíveis, com plena docilidade, à atuação do plano de Deus.

Vivamos com abertura de coração este tempo privilegiado, e manifestemos nossa fé com coragem, simplicidade e alegria. 
Eis que o Senhor veio, virá e vem!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A Conversão é certa quando chega ao "bolso", diz Papa


Uau! Esse nosso Papa é demais... Vale muito não só ler, mas ruminar esse texto...e prepare-se para ficar com as orelhas vermelhas...
corramos atrás de nosso conversão...




Francisco falou da necessidade de conversão, alertando os cristãos para que não sejam “mornos”, acomodados e nem cristãos de aparência
Da Redação, com Rádio Vaticano na Missa da terça-feira, 18, o Papa Francisco advertiu os fiéis para não se tornarem ‘cristãos mornos, acomodados ou de aparência’. O Santo Padre destacou que os cristãos devem sempre atender ao chamado de Jesus à conversão, para não passarem de pecadores a corruptos.

“A conversão é uma graça, é uma visita de Deus”, disse meditando sobre a liturgia do dia, extraída do Apocalipse de João e do encontro entre Jesus e Zaqueu. Na primeira leitura, Deus pede aos cristãos de Laudiceia que se convertam, porque caíram na ‘tepidez’; vivem na ‘espiritualidade da comodidade’. Quem vive assim, afirmou, pensa que não lhe falta nada, que está bem, pois vai à missa aos domingos e reza de vez em quando. “Estou na graça de Deus e sou rico”, acreditam. “Este estado de espírito é um estado de pecado. O Senhor não poupa palavras a estas pessoas e lhes aconselha a ‘vestirem-se’, porque os cristãos ‘acomodados’ são nus”.

Francisco também alertou sobre os cristãos que vivem de aparência. Ele disse que as aparências são o sudário desses cristãos que, na verdade, estão mortos. Deus sempre chama à conversão, então o Papa convidou os fiéis a refletirem se são ou não cristãos de aparência.

“Eu sou um destes cristãos das aparências? Sou vivo dentro, tenho uma vida espiritual? Sinto o Espírito Santo? Dou-lhe ouvidos? Ou… se parece que vai tudo bem, não me questiono? Tenho uma boa família, ninguém fala mal de mim, tenho tudo o que preciso, sou casado na Igreja… estou na graça de Deus, estou tranquilo. Estes são cristãos de fachada. Devemos procurar alguma coisa de vivo dentro, temos que nos converter: das aparências à realidade. Do torpor ao fervor”.

O terceiro chamado à conversão aparece em Zaqueu, um corrupto que era como muitos dirigentes de hoje, disse o Papa: exploram o povo para servir a si mesmos. Mas Zaqueu sentiu algo dentro de si e procurou Jesus. “O Espírito Santo é sagaz, eh! E semeou a semente da curiosidade, e aquele homem para vê-lo se comporta de maneira um pouco ridícula. Pensem num dirigente importante, e também corrupto, um chefe dos dirigentes, mas sobe numa árvore para observar uma procissão: pensem nisso. Que ridículo!”

Francisco explicou que a Palavra de Deus entrou naquele coração e, com a Palavra, entrou a alegria. “Os da comodidade e da aparência tinham esquecido o que era a alegria; e este corrupto a recebe imediatamente, o coração muda, se converte”. E assim Zaqueu promete devolver quatro vezes o que roubou:
“Quando a conversão chega até o bolso, é certa. Cristãos de coração? Sim, todos. Cristãos de alma? Todos. Mas cristãos de bolso, poucos, eh! Poucos. Mas, a conversão … e aqui chegou logo: a palavra autêntica. Converteu-se. Mas diante desta palavra, havia outra, a dos que não queriam a conversão, que não queriam se converter”.

Segundo Francisco, a Palavra de Deus é capaz de mudar tudo, mas nem sempre o homem tem a coragem de acreditar na Palavra de Deus e recebê-la. A Igreja deseja que, nestas últimas semanas do Ano Litúrgico, os fiéis pensem muito seriamente na conversão, para que possam avançar no caminho da vida cristã.
“Recordar a Palavra de Deus, fazer apelo à memória, de protegê-la, de vigiar e também de obedecer à Palavra de Deus, porque começamos uma vida nova, convertida”.
Fonte:http://andersonribeiro18.blogspot.com.br/2014/11/a-conversao-e-certa-quando-chega-ao.html#comment-form

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Teatro de Natal: Se eu não viera

Gostei desse teatro, partilho com vocês!



SE EU NÃO VIERA

NARRADOR: A história do Natal de Cristo teve a participação de vários personagens e cada um tem uma mensagem. Vamos ouvir o que eles têm a nos ensinar.

ANJO GABRIEL: Sou o anjo Gabriel, o mensageiro de Deus, e tive a bela missão de anunciar a Maria que ela seria a mãe do Salvador. Trago uma mensagem de submissão sem limites ao Criador, e que seja feita sua vontade assim na terra como no céu.

MARIA: Sou Maria e tive o privilégio de ser escolhida para ser a mãe do Salvador. Recebi com grande alegria o plano de Deus para mim, apesar das dificuldades que enfrentaria, pois ainda não era casada e geraria um filho pelo poder do Espírito Santo. Um espírito humilde e sincero perante Deus, é a mensagem que deixo nesta noite.

JOSÉ: Sou José, um servo de Deus. Ao saber que Maria estava grávida, não a rejeitei, pois um anjo me apareceu em sonho anunciando-me que aquela criança era o filho de Deus. Eu acreditei que isto era uma manifestação do poder de Deus e tive a alegria de participar da educação de Jesus. Deixo uma mensagem de fé e bondade.

PASTORES:
(1º Pastor) - Somos os pastores e vigiávamos tranqüilamente nossas ovelhas quando os anjos apareceram no céu e nos anunciaram a chegada do cordeiro de Deus.

(2º Pastor) - Eles cantaram: “glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens”.

(3º Pastor) - Somos pessoas muito simples, mas fomos os primeiros a saber da notícia, e saímos depressa para adorar o Rei.

(Os três pastores juntos) - Deixamos uma mensagem desimplicidade e fé.

ESTRELA: Deus providenciou uma estrela para guiar os magos que saíram de tão longe para adorar o Rei Jesus. A estrela caminhando no céu foi um testemunho do poder do Criador. A mensagem da estrela aponta para Jesus, guia e luz da humanidade.

MAGOS
(1º Mago) - Nós, os magos, fomos guiados pela estrela até Belém. 

(2º Mago) - Encontramos o grande Rei e Senhor do universo.

(3º Mago) - Nascido em condição tão humilde, trouxemos presentes e o adoramos. 
(Os três magos juntos) - Um coração de adorador e a disposição de dar é nossa mensagem neste natal.


NARRADOR: Esta cena está muito bonita, mas…

TODOS: Falta o principal, falta Jesus!

NARRADOR: Sim, falta Jesus! Certa vez Jesus usou a expressão “se eu não viera…” 
Imagine como seria se ele não tivesse vindo um dia? O que seria de mim? O que seria de você?

(Neste momento entra alguém com um bebê de verdade enrolado em pano rústico, entrega-o a Maria, que o põe na manjedoura e diz).

MARIA: Eis que vos nasceu hoje o Salvador!

NARRADOR: Em Filipenses diz que Jesus:
“EMBORA SENDO DEUS, NÃO CONSIDEROU QUE O SER IGUAL A DEUS ERA ALGO A QUE DEVIA APEGAR-SE; ESVAZIOU-SE A SI MESMO, VINDO A SER SERVO, TORNANDO-SE SEMELHANTE AOS HOMENS. E, SENDO ENCONTRADO EM FORMA HUMANA, HUMILHOU-SE A SI MESMO, E FOI OBEDIENTE ATÉ A MORTE, E MORTE DE CRUZ! POR ISSO DEUS O EXALTOU A MAIS ALTA POSIÇÃO E LHE DEU UM NOME QUE ESTÁ ACIMA DE TODO NOME, PARA QUE AO NOME DE JESUS SE DOBRE TODO JOELHO, NOS CÉUS, NA TERRA E DEBAIXO DA TERRA, E TODA LÍNGUA CONFESSE QUE JESUS CRISTO É O SENHOR, PARA A GLÓRIA DE DEUS PAI”!

MOMENTO DE ADORAÇÃO A JESUS MENINO: Vamos agora dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é nosso Salvador e Senhor!

Vamos adorar a Jesus e demonstrar nossa gratidão, porque ele veio! (oração).



VÍDEO DA APRESENTAÇÃO REALIZADA PELO GRUPO DE JOVENS "ALFA E ÔMEGA" DA COMUNIDADE MINA DO TOCO - PARÓQUIA SANTA BÁRBARA - DIOCESE DE CRICIÚMA